sexta-feira, 17 de maio de 2013


10 coisas que você não deve fazer em sua tese ou dissertação
(texto adaptado: posgraduando)


Sabemos que o período de construção do texto científico é marcado por intenso estresse e que antes de concluí-lo, você poderá passar por momentos de euforia, reflexão, dúvida, satisfação, desânimo e desespero, não necessariamente nessa ordem. É natural. Abdicações são feitas em favor de um objetivo: o tão sonhado trabalho científico.
Encontramos no site “posgraduando” um texto interessante que pode ajudá-los a enfrentar esse período. Seguem algumas dicas:

1.   Não procrastine:
É só sentar em frente ao computador para escrever que qualquer coisa na internet ou na televisão se torna mais atraente e interessante. E é aí que mora o perigo: o tempo passa, o prazo final se aproxima, e o que poderia ser escrito com calma e cuidado, acaba por ser escrito às pressas. A dica é uma só: disciplina. Organize seu tempo, estabeleça metas diárias, semanais e mensais, e se policie. Está com bloqueio criativo? Fica encarando o cursor piscando na tela em branco? Pare de pensar que seu trabalho necessita ser escrito de forma linear, ou seja, do começo ao fim. Comece escrevendo qualquer parágrafo, trecho ou parte que lhe vier à cabeça. Você perceberá que após começar, uma ideia puxará a outra e o texto fluirá naturalmente.  
2.   Não seja perdido:
Uma frase repetida à exaustão “é para quem não sabe onde está ou aonde quer chegar, qualquer lugar servirá”. Depois de todo trabalho de  coleta e análise dos dados, e com suas hipóteses e objetivos traçados, escreva suas conclusões. A conclusão não deve ser a última parte a ser escrita, ela deve ser pensada durante as discussões dos resultados. Ao longo do texto, o leitor deve ser conduzido e preparado para as conclusões.
3.   Não economize na leitura de livros e artigos científicos:
Ler vários textos relacionados ao seu tema, lhe proporcionará mais segurança na discussão dos seus resultados e fornecerá outras formas de observar seu problema de pesquisa. Não tenha preguiça. Ler lhe auxiliará a escrever melhor.
4.   Não subestime a ABNT:
Evite deixar para formatar o texto segundo as regras da ABNT ao término do trabalho, quando, provavelmente, estará cansado e sem muita paciência. Aprenda as normas previamente e já escreva seu texto adequando-se a elas. Descobrir depois a referência dos autores das citações pode ser uma tarefa difícil e improdutiva.
5.   Não especule:
Evite generalidades, mas explore os dados. Cada afirmação do texto deve ser respaldada por dados, informações e interpretações encontradas em artigos e textos de outros autores ou na sua própria pesquisa. Todas as afirmações devem ser fundamentadas de alguma forma.
6.   Não coloque em seu texto algo que não saiba explicar:
Se você que pesquisou, estudou o tema durante meses e escreveu o texto não compreende completamente o que algo significa, imagine o leitor do seu trabalho! Existe, portanto, uma enorme possibilidade da banca perguntar sobre isso. Se for algo imprescindível ao texto, estude e domine o assunto. Caso contrário, não se complique desnecessariamente.
7.   Não faça uma “colcha de retalhos”:
Escrever um trabalho acadêmico é mais que fornecer informações ou opiniões dos autores. Faça uma discussão sobre estas informações, relacione-as com os seus resultados, com os resultados de outros autores. Demonstre que você domina o assunto e que consegue tornar o texto agradável, desenvolvendo um estilo próprio.  
8.   Não fique com apenas duas opiniões:
Depois de algumas leituras você e seu orientador, provavelmente, não conseguirão encontrar mais nenhum erro. Por isso, peça para seus colegas de curso, parentes ou amigos lerem seu trabalho. Cada pessoa terá uma visão diferente sobre sua produção e poderá contribuir muito.
9.   Não confie em seu computador:
Tenha cópias do seu trabalho impressas, em seu e-mail, em HD externo ou em programas como o Dropbox, Google Drive, etc.  Também não confie em sua impressora na véspera da entrega do trabalho. Se possível, termine e imprima seu trabalho com um dia de antecedência.
10.      Não brigue com seu orientador:
Seu orientador não responde seus e-mails, não atende suas chamadas, não lê seu texto e te bloqueou no Facebook. É complicado, mas evite discutir desnecessariamente com seu orientador, afinal, você depende dele. Na hora da defesa ele pode estar ao seu lado ou te deixar sozinho, pense nisso.

terça-feira, 14 de maio de 2013


Biografia detalha vida e obra de Jacques Derrida
UBIRATAN BRASIL - O Estado de São Paulo


O filósofo franco-argelino Jacques Derrida (1930-2004) sempre foi associado à teoria da desconstrução, idealizada por ele nos anos 1960. Para isso, Derrida partiu do princípio da inexistência de uma verdade absoluta. De acordo com seu método, os textos são decompostos de tal maneira que tornam impossível qualquer "interpretação verdadeira".
Apesar de mundialmente aclamado e de ser o filósofo francês mais traduzido, era um homem frágil e atormentado e que, até o final da vida, julgava-se membro do grupo dos mal amados da universidade francesa. São essas diversas facetas que enriquecem o livro Derrida, farta biografia escrita por Benoit Peeters, lançada agora pela Civilização Brasileira.

Em sua vasta pesquisa, Peeters entrevistou centenas de pessoas, além de ser o primeiro a ter acesso ao imenso arquivo pessoal de Derrida e também à sua correspondência inédita.
Derrida deixou uma obra generosa, que marca o pós-estruturalismo e o pós-modernismo e cuja importância talvez se ombreie apenas à de Kant.
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,biografia-detalha-vida-e-obra-de--jacques-derrida-,1031253,0.htm 

Português é 5ª língua mais usada na web
Jamil Chade / Genebra - O Estado de São Paulo

A língua portuguesa já é o quinto idioma mais "falado" na internet. Dados divulgados pela União Internacional de Telecomunicações apontam que o português já superou o árabe, francês e o alemão entre as línguas com o maior número de usuários navegando pela web.
Para a entidade, a expansão da web no Brasil nos últimos dez anos explica em grande parte essa posição de destaque da língua. Seriam pelo menos 83 milhões de pessoas no mundo usando o português na rede. Na avaliação dos especialistas, em poucos anos o português poderá superar o japonês - hoje com 99 milhões de usuários na rede - e ocupar a quarta colocação.
Isso porque a expansão da rede no Brasil, em Angola e em Moçambique ainda teria um amplo caminho a percorrer até atingir os mesmos níveis de penetração dos países ricos, enquanto no Japão a realidade é de uma "maturidade" da tecnologia.
Prova disso é que já há mais lusófonos na web que os 75 milhões de alemães e 60 milhões de usuários que usam o francês. O árabe, apesar de espalhada por diversas regiões do mundo, tem hoje uma população de usuários da internet inferior ao português, com 65 milhões.
A língua preponderante da internet continua sendo o inglês, com uma população de usuários de 565 milhões. Mas, se esse domínio era total há dez anos, hoje ele já enfrenta a ameaça da China. O número de pessoas que usam prioritariamente o chinês na web já chega a 510 milhões de pessoas. A terceira colocação é do espanhol, com 165 milhões de usuários. Para especialistas, parte da influência de uma língua será medida em alguns anos no mundo justamente pelo seu uso na internet.

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,portugues-e-5-lingua-mais-usada-na-web-,1031475,0.htm